A Justiça é para todos?, por Marcelo Zelic e Cecília Capistrano


:: GGN em 14/07/2017 15:51 ::

Categoria:

Análise

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Deputados da tropa de choque de Michel Temer na CCCJ da Câmara, entre eles (à dir.) Darcísio Perondi (PMDB/RS), cujo pedido de investigação por crime de improbidade administrativa está parado no STF desde 2004. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Do Jornalistas Livres

A Justiça é para todos?

por Marcelo Zelic e Cecília Capistrano Bacha para os Jornalistas Livres

No final dos anos 1970 o Senador Teotônio Vilela, um liberal, em suas andanças pelo país pregando a redemocratização, pronunciou palavras que merecem registro e meditação.

Dizia ele: “As decisões dos tribunais são a última etapa da vida do direito. Sem um funcionamento adequado da organização judiciária, o país caminharia para a desordem e a descrença nas suas instituições políticas.”

A sentença do juiz Sérgio Moro condenando o ex-presidente Lula com base em suposições e desconsiderando as provas contidas nos autos, tornou-se, conforme declaração de seus advogados, “um processo ilegítimo e usado para fins políticos”, retrocedendo o funcionamento da organização judiciária para as práticas da ditadura militar combatidas pelo Menestrel de Alagoas, como Teotônio era chamado à época.

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