No país com mais empregadas domésticas, a vida de 7 milhões de mulheres é uma luta


:: El Pais em 13/02/2018 13:33 ::

A cerca de sete quilômetros dali, no bairro Consolação, Gildete Carvalho de Souza, de 49 anos, limpa um apartamento de quarto e sala, um dos vários que ela trabalha quase que diariamente. Ela tem ao menos cinco trabalhos fixos toda semana ou a cada 15 dias. “Eu gosto, é minha profissão. Tem gente que tem vergonha, mas eu tenho como profissão que me satisfaz em tudo, naquilo que eu preciso diariamente e mês a mês. E não tenho o que reclamar, graças a Deus encontrei patrões muito bons”, diz. Assim como Edilene, quer que seus filhos estudem e tenham uma “vida diferente da nossa”. Um desejo que está mais perto de se realizar: sua filha Dara, de 21 anos, acaba de ser aprovada no curso de Agronomia na Universidade Federal de Santa Catarina.

“É a primeira da família, tanto da minha como a do meu esposo, a entrar numa universidade. Está todo mundo muito orgulhoso. Só olham pra mim e perguntam como vou ficar. Eu digo: ‘Ué, vou ficando, né. Os filhos partem. Fazer o quê?'”, conta.

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