Teatro Paschoal Carlos Magno começa a escrever sua história de sonhos e conquistas


:: Prefeitura em 05/03/2018 18:11 ::

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Na sexta-feira, 2, o Teatro Paschoal Carlos Magno finalmente se tornou realidade para Juiz de Fora. Após quase quatro décadas de espera, a nova casa de formação e difusão cultural foi entregue ao público pelo prefeito Bruno Siqueira. A cerimônia contou com a presença de secretários de estado, deputados federais e estaduais, representantes da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) e servidores da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), além de artistas e convidados.

Em seu discurso, Bruno ressaltou a satisfação de entregar o espaço à população, em um período de recessão financeira: A abertura do teatro e seu oferecimento à classe artística acontece em um momento em que governos de todo o país fecham equipamentos de cultura e em que produtores interrompem projetos por falta de espaços. Estamos, mais uma vez, na contramão das dificuldades. Que esse exemplo ganhe eco no Brasil. É com muito orgulho que entrego a vocês o Teatro Paschoal Carlos Magno. O prefeito destacou, também, que o novo teatro será palco para novas histórias e novos sonhos.

Representando o governador Fernando Pimentel, o secretário de Estado da Cultura, Ângelo Oswaldo de Araújo Santos, citou a vocação de Juiz de Fora para a cultura, destacando o Programa Gente em Primeiro Lugar como exemplo de inclusão e promoção cultural. Crianças, jovens e adolescentes que participam das oficinas gratuitas oferecidas pela PJF foram os primeiros a se apresentar no Paschoal Carlos Magno, palco que promete ser plural, recebendo diversos tipos de manifestações artísticas. O grupo, com integrantes de todas as regiões da cidade, inclusive da zona rural, representa o potencial da juventude, mostrando o futuro, que começa hoje, nesta casa tão bonita, que Juiz de Fora está recebendo.

Nos três dias de programação que marcaram a abertura, com apresentações de música e teatro, houve espaço para destacar pessoas que contribuíram para que o Paschoal fosse concretizado. Vera Lúcia Costa de Mello Reis, por exemplo, recebeu das mãos de Bruno Siqueira placa homenageando seu marido, o ex-prefeito Francisco Antônio de Mello Reis, que idealizou o projeto deste teatro na década de 1970. O diretor teatral José Luiz Ribeiro, do Grupo Divulgação, e o ex-superintendente da Fundação Cultural Alfredo Ferreira lage (Funalfa), Toninho Dutra, também foram lembrados, devido à decisiva participação no processo de instalação.

O espetáculo Calango Deu! Os Causos da Dona Zaninha, da Companhia Caititu, do Rio de Janeiro, foi a primeira montagem a ocupar o palco do Paschoal. A programação musical teve participação da Orquestra Sylvio Gomes, do pianista Guilherme Veroneze, de Joãozinho da Percussão, Cacaudio e Dudu Lima. A mostra Catálogo, com curadoria de Fernanda Cruzick e Sérgio Neumann, reuniu obras de 52 artistas locais.

Com relação ao funcionamento do Paschoal Carlos Magno, nos três primeiros meses a gestão será direta da Funalfa, em período de teste do equipamento. Em seguida, será lançado edital para ocupação, por seis meses. A expectativa é de que, nesse período, seja possível definir o modelo mais adequado à casa de espetáculos.

Foto: Gil Velloso

* Informações com a Assessoria de Comunicação da Funalfa 3690-7044.

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