Forças de segurança ameaçam fazer operação tartaruga em Minas


:: TM Política em 14/03/2018 20:08 ::

ato-unificado-marcelo.jpgServidores do Estado de Minas Gerais fizeram ato unificado na tarde desta quarta-feira (14), no Calçadão da Rua Hafeld, para reivindicar os acordos firmados com o Governo de Minas e que não estariam sendo cumpridos pelo governador Fernando Pimentel (PT). Representantes do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação ( Sind-UTE), do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas (Sindpol), além de representantes do Movimento Independente da PM, do Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária do Estado de Minas Gerais (Sindasp) e trabalhadores da área administrativa do sistema prisional querem o fim do escalonamento dos salários e melhorias nas condições de trabalho.

O diretor regional do Sindpol, Marcelo Armstrong, diz que as forças de segurança não descartam a realização de uma operação tartaruga no estado.

“No dia 4 de abril, vamos acampar na Assembléia Legislativa, em Belo Horizonte, e, no dia 7, iremos realizar uma assembleia unificada das forças de segurança. Uma operação tartaruga não está descartada”, afirma. Ele cobra o pagamento das perdas inflacionárias à categoria, que está, segundo ele, com defasafem de 40% desde 2015. O diretor aponta ainda um déficit de 300 policiais civis em Juiz de Fora.

Já o Sind-Ute, em greve desde o dia 8 deste mês, quer o cumprimento, por parte do Governo, do acordo assinado com a categoria em 2015. Uma assembleia nesta quinta-feira, em Belo Horizonte, definirá os rumos do movimento grevista. No entanto, a categoria afirma que a única proposta enviada pelo governador até agora, de parcelar em oito vezes os três meses de salários atrasados de 2016, foi rejeitada.

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