Adoniran e mais quatro filmes para não perder no É Tudo Verdade


:: El Pais em 12/04/2018 18:41 ::

Conta-se que no final da década de 1970, Adoniran Barbosa, depois de fazer uma ronda pelo Bixiga e centro de São Paulo, chegava-se a um sofá da Rádio Eldorado, sediada na Rua Major Quedinho, tapava o rosto com seu inseparável chapéu e dormia. Mais tarde, quando acordava, desandava a pedir favores para quem estivesse por lá. Queria um café, uma ligação e a execução de um LP de tango, quando estava de tango. Não trabalhava lá, mas usava aquele sofá como um náufrago que se agarra a uma tábua em alto mar.

O sambista paulista havia brilhado na era de ouro do rádio, e, no final da vida – Adoniran morreria em 1982, poucos anos depois de adotar a Rádio Eldorado como lugar preferencial de suas sestas –, tinha dificuldades de se encontrar em uma cidade e em um meio profissional que havia mudado radicalmente.

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