O vídeo de Janelle Monáe, ou a consagração da vulva como símbolo do poder femini no


:: El Pais em 17/04/2018 13:03 ::

Hannah Horvath (Lena Dunham) repetindo “vagina” episódio após episódio em Girls, durante seis anos, é um bom exemplo. Vulvas e vaginas reivindicam cada vez mais a visibilidade que a história lhes privou, agora livres da sexualização. No final de 2017 saiu Viva a Vagina (Companhia das Letras), “tudo o que você precisa saber e nunca se atreveu a perguntar”.

E em fevereiro foi publicada na Espanha uma nova edição dos Monólogos da Vagina (Editorial B) – não isenta de discussão sobre se a obra teatral de Eve Ensler, original de 1996, já está antiquada e é excludente com as mulheres transgênero. O artivismo que reproduz a anatomia feminina também monopoliza as timelines do Instagram, o slogan ‘pussy power’ chega à moda, e as quase três milhões de reproduções somadas em apenas dois dias pelo clipe Pynk, de Janelle Monáe, com as reivindicativas calças-vulva, confirmam esse fenômeno. “Sua normalização na ficção televisiva é evidente. Aparecem nos diálogos. Não precisam surgir explicitamente na tela para serem visibilizadas. E tampouco devem ser parte de um diálogo vulgar ou fora de tom”, diz Graciela Padilla, professora da Universidade Complutense de Madri, especialista em Teoria da Informação, Ética e Gênero.

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