O FMI e as grandes crises argentinas: ditadura, hiperinflação e corralito


:: El Pais em 12/05/2018 18:22 ::

Em 1967, em um texto escrito em seu exílio na Espanha, Juan Domingo Perón contou que a primeira visita que recebeu quando chegou ao poder em 1946 foi a do presidente do Fundo Monetário Internacional, o belga Camille Gutt, que o convidou a colocar a Argentina na lista de associados. Perón lhe disse que iria pensar e pediu a dois de seus assessores que pesquisassem de que se tratava esse novo órgão surgido um ano antes, dos acordos de Bretton Woods. “O resultado foi claro: se tratava de um novo engenho putativo do imperialismo” escreveu Perón.

Mais de 70 anos depois desse diagnóstico, pouco mudou a opinião que muitos argentinos têm do FMI, agora de volta ao país graças ao resgate financeiro pedido nessa semana pelo presidente Mauricio Macri. Essa persistência está relacionada a uma longa história de encontros e desencontros, coroada sempre por períodos de bonança que terminaram em profunda crises econômicas, a mais grave em 2001.

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