Himalayan, da Royal Enfield, chega no segundo semestre


:: TM Especiais em 17/05/2018 08:29 ::

Desembarque aguardado
Acabou a espera e a Royal Enfield vai aumentar sua oferta de motocicletas disponíveis no Brasil com um modelo que é sucesso de vendas na Índia. Trata-se da Himalayan, que já está no país para homologação. O lançamento está previsto para o segundo semestre, mais precisamente após o mês de setembro.

A Himalayan tem motor monocilíndrico de quatro tempos de 411 cm³, que rende 25 cv e 3,2 kgfm de torque. São duas válvulas por cilindro e injeção eletrônica, além de câmbio de cinco marchas. A roda dianteira é de 21 polegadas e a motocicleta pesa 182 kg em ordem de marcha.

A altura do assento é de 80 cm e o modelo também é o primeiro Royal Enfield com monoamortecedor.

Royal-Enfield.jpgFoto: Divulgação

Na onda
Embalada pela moda dos SUVs, a Rolls-Royce entrou na disputa do mercado e mostrou seu primeiro carro da categoria. O superluxuoso Cullinan vem com um motor 6.75 litros V12 biturbo de 570 cv. A fabricante garante que o modelo não abrirá mão do conforto. Mas a briga vai ser boa, uma vez que o novo crossover enfrentará rivais do porte do Bentley Bentayga e do Lamborghini Urus.

Equipado com motor próprio da Rolls-Royce, o carro tem tração nas quatro rodas. A velocidade máxima é de 250 km/h. Os valores ainda não foram divulgados pela Rolls-Royce, mas acredita-se que o SUV deve ser revendido por algo em torno de 275 mil euros — aproximadamente R$ 1,3 milhão.

Rolls-Royce.jpgFoto: Divulgação

Potência máxima
A Volkswagen apresentou, na Áustria, o Golf GTI TCR Concept. O projeto entrará em produção como uma nova configuração para o hatch médio e traz motor de quatro cilindros turbo capaz de entregar 290 cv e 37,7 kgfm de torque. A transmissão é automatizada de sete marchas e com dupla embreagem e a tração, dianteira. O carro tem como inspiração o Golf TCR, que faz parte de uma categoria de turismo composta por modelos médios preparados para as pistas na Europa.

Informações sobre aceleração não foram divulgadas, mas a montadora alemã confirmou que os compradores poderão optar por um pacote no qual o limite pode ser elevado, eletronicamente, dos 250 km/h padrão para 264 km/h. Quando comparado ao GTI, o novo GTI TCR se destaca pelos freios maiores e rodas de 18 polegadas de série ou de 19 como opcional. O carro também ficou 2 centímetros mais baixo.

Golf.jpgFoto: Divulgação

Sucesso sueco
Com o fechamento dos números de licenciamento de veículos no quadrimestre do ano, a Volvo Cars alcançou o resultado expressivo de 70% de crescimento, o maior entre as importadoras e concorrentes no segmento premium que atuam no país. Entre janeiro e abril de 2017, a marca comercializou 960 veículos. Em igual período de 2018, foram 1.633 unidades vendidas pela rede concessionárias.

O desempenho comercial da marca apontou ainda abril como o melhor mês de vendas desde o início das operações da Volvo Cars no Brasil, em 1991, com 536 veículos. O resultado da fabricante sueca foi puxado principalmente pelos utilitários esportivos XC90 e XC60. O maior SUV da gama, por exemplo, dobrou suas vendas no período, saindo de 136 carros em 2017 para 274 de janeiro a abril deste ano, o que corresponde a 101,4% de aumento.

E os números tendem a melhorar com o novo utilitário esportivo da linha. Apresentado no mês passado, o XC40 teve um pouco mais de 1.300 unidades vendidas em pré-venda, que somente agora estão sendo entregues aos consumidores.

Negócio da China
A Didi Chuxing, empresa chinesa responsável pela prestação de serviços de transporte privado via aplicativo de celular, passará a testar carros autônomos nos Estados Unidos. O objetivo é expandir os negócios para o mercado americano. Com atuação apenas na China até o momento, a empresa já recebeu permissão para a realização dos testes no estado da Califórnia.

Segundo informações da Didi Chuxing, uma parceria com 31 fabricantes de automóveis foi realizada, com o objetivo de desenvolverem veículos elétricos. A meta da Didi é ter, em 10 anos, 10 milhões de carros do segmento em sua frota. Até o ano passado, a empresa somava 260 mil unidades de elétricos.

Inteligência artificial
A Audi afirma que, até 2021, vai lançar um veículo capaz de rodar totalmente sozinho. O modelo estará no nível cinco de automação, considerado o maior possível. Os carros com sistemas semiautônomos disponíveis hoje no mercado estão no nível três, capazes de tomar algumas decisões pelo condutor, mas não de atuarem totalmente sem o auxílio humano.

Inspirado no conceito do Aicon, mostrado no Salão de Frankfurt, na Alemanha, o carro poderá assumir totalmente o comando, dispensando toda atenção do motorista. O interior virá com poltronas móveis e pedais e volante ausentes. Além de autônomo, o carro será elétrico e desenvolverá 350 cv, garantindo uma autonomia entre 700 e 800 quilômetros com apenas uma recarga.

Casa nova
A Tesla vai anunciar, em breve, sua nova fábrica na China. A montadora já registrou a empresa como Tesla Shanghai Co. Ltd na Zona Franca de Xangai, onde irá produzir automóveis e baterias. O objetivo é conseguir driblar as altas taxas de importação dos produtos e, assim, garantir crescimento global.

Em uma ação de abertura econômica, a China passou a permitir atualmente que empresas estrangeiras possuam a operação integral de fábricas no país. Outro motivo que torna a Ásia atraente para a montadora americana é a crescente demanda por veículos elétricos, que só em 2017, teve um crescimento de 149% no mercado local.

Fora da lei
Acusações feitas na Inglaterra apontam que a Porsche tenha manipulado testes de emissões de poluentes do Cayman R por lá. O registro foi de 221 g/km de CO2 emitidos, diante de 228 g/km no restante da Europa. Mesmo sendo uma pequena diferença, os números foram o bastante para que o Cayman ficasse na faixa K de impostos, que é mais barata, pagando R$ 1,5 mil por ano, ao invés de R$ 2,6 mil, no caso de uma avaliação correta.

A montadora diminuiu as emissões no teste oficial arrancando o carro em segunda marcha, em vez de primeira. O erro foi descoberto quando um proprietário processou a marca por um problema em seu Cayman R. No processo, foram pedidas informações técnicas relevantes registradas na Inglaterra sobre o carro. Tanto a Porsche, quanto a Agência de Certificação de Veículos inglesa não cederam as informações. Mas ambas afirmaram que a discrepância entre os registros de emissões do Cayman R na Inglaterra e no resto da Europa seriam por diferenças na taxação dos carros.

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