Cabo Daciolo, um efeito colateral da legislação eleitoral brasileira


:: El Pais em 10/08/2018 22:37 ::

O Partido Novo reuniu 236.000 assinaturas para pressionar a Band a incluir seu candidato à presidência da República no debate de quinta-feira. A pressão de nada adiantou, porque João Amoêdo precisava ter alcançado outro número, muito menor, mas bem mais difícil de conseguir: cinco deputados federais. O Patriota atingiu o número mínimo para participar dos debates de tevê em abril, com a adesão de Pastor Eurico, o segundo deputado mais votado em Pernambuco em 2014. Cinco dias antes, Cabo Daciolo tinha se unido ao partido pelo qual hoje se apresenta como candidato à presidência da República — e do qual esteve longe de ser a primeira escolha.

Ao empurrar uma candidatura nanica, o deputado tem uma missão bem maior do que se tornar a estrela histriônica dos debates, como aconteceu na embate entre candidatos: ele têm de ajudar o Patriota a não desaparecer.

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