Uma família despedaçada pela “tolerância zero” dos EUA


:: El Pais em 11/08/2018 11:04 ::

“A escola ficava longe. O senhor John me levava de carro. Eram bons. Compraram roupa e sorvete para mim. Me levaram na piscina e na igreja. A casa era bonita. Eu cruzava um rio sujo e [um dia] vi uma cobra.” Janne tem sete anos e sua língua materna é o mam, um dialeto da Guatemala. De repente, ela deixa de falar de Michigan e se esconde no colo da mãe. “Está muito sensível”, diz Buenaventura, de 29 anos. “Chora, não desgruda de mim.”

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