Urnas selam derrocada histórica dos tucanos e a queda livre de Marina Silva


:: El Pais em 07/10/2018 22:39 ::

Na última terça-feira antes do primeiro turno, a ideia voltaria a ganhar força, num último suspiro. Desta vez, foi um manifesto assinado por cerca de 13 mil pessoas em redes sociais, no qual se suplicava aos candidatos com posições mais moderadas que unificassem sua candidatura. Bolsonaro tinha disparado nas pesquisas, o primeiro turno se aproximava e eles manifestavam sua incredulidade. “Não podemos nos arriscar a que o Brasil seja refém de Governos que ampliarão ainda mais a polarização do país”, diz o texto.

Diferentemente da proposta anterior, essa combinação incluía Ciro Gomes, de centro-esquerda e terceiro nas pesquisas, com 11% das intenções de voto. A ideia era que ele assumisse o comando da candidatura conjunta. Mais uma vez, a tentativa não deu em nada. Desta vez foi o candidato Geraldo Alckmin (PSDB, centro-direita) quem recusou: “Manifesto sem autor, sem sentido e sem a menor possibilidade de que aconteça”, resmungou. Alckmin, neste domingo, amargaria o pior desempenho para seu partido em 24 anos, com apenas 4,81% dos votos apurados. Desde 1994, os tucanos não ficavam fora do segundo turno presidencial.

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