“A crise do Mais Médicos pode gerar uma emergência sanitária”


:: El Pais em 05/12/2018 13:27 ::

O pesquisador Mateus Falcão acompanhou de perto a implantação de um dos programas federais mais controversos na área da saúde. Mestre em Saúde Pública e doutorando em Saúde Global pela USP, ele integrou o corpo técnico do Ministério da Saúde nos primeiros três anos do Mais Médicos, criado em 2013 durante o governo da ex-presidenta Dilma Rousseff sob o argumento de suprir a carência de profissionais nos municípios brasileiros, especialmente nas áreas mais vulneráveis.

Em cinco anos, o programa importou milhares de médicos cubanos, que para exercer a profissão no país não teriam que fazer o Revalida, uma prova que valida o diploma dos formados no exterior para o trabalho no Brasil. Apesar das controvérsias da cooperação com Cuba, Falcão avalia que o programa cumpriu o papel emergencial de garantir médicos à população, mas pondera que não conseguiu resolver dois eixos fundamentais para a promoção da atenção básica: fixar os médicos e garantir a infraestrutura adequada nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

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