Autor de massacre na Espanha vivia em São Paulo como motorista de Uber


:: El Pais em 07/12/2018 18:40 ::

Genaro Antonio Materán, de 63 anos, saiu na quarta-feira passada de sua casa na Barra Funda, um bairro de classe média na zona oeste paulistana, e foi abordado pela polícia assim que pôs os pés na rua. Ainda tentou negar a avalanche de acusações que se seguiu: que Genaro Antonio era um nome falso; que não era venezuelano, como diziam os documentos que usava desde que entrou no Brasil, há quase 20 anos; e que não era nem de longe um homem inocente. Mas não houve forma de convencer a Polícia Federal, que passou meses investigando seu caso.

Materán na verdade é espanhol, seu nome real é Carlos García Juliá, e seu crime foi participar de um massacre de advogados trabalhistas na rua Atocha, em Madri, em 1977. Décadas de fuga chegavam ao final para ele.

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