150 alunos participam de olimpíadas com jogos adaptados


:: TM Esportes em 08/12/2018 07:30 ::

olimpiada-escolar-by-olavo.jpgEstudantes da Escola Estadual Francisco Bernardino disputam corrida, lançamento de dardo e disco, arremesso de peso e martelo, salto em distância, disputa de ponte e salto apoiado e outras atividades (Foto: Olavo Prazeres)

A Escola Estadual Francisco Bernardino, do Bairro Manoel Honório, realiza de segunda (10) a quinta (13) de dezembro, a continuação das Olimpíadas Escolares 2018, das 13h30 às 17h.

Participam cerca de 150 alunos, do quarto e quinto ano. O evento contempla mais de vinte modalidades, tanto no masculino quanto no feminino, com distribuição de medalhas para os três primeiros colocados de cada modalidade, além de medalha de participação. Na última quarta-feira (5), aconteceram as competições do sexto ano, com participação de cerca 50 crianças em um número reduzido de atividades.
Há cerca de três anos a escola busca estimular a prática do esporte com o desenvolvimento de competições, o último deles foi o Campeonato de Atletismo Escolar, em julho deste ano.

Nas Olimpíadas, os alunos disputam corrida de 75m e 300m, corrida com barreiras, lançamento de dardo e disco, arremesso de peso e martelo, salto em distância, disputa de ponte e salto apoiado – duas modalidades da ginástica -, disputa de pênalti, arremesso de cesta e batalha das bolas, uma brincadeira criada pelo próprio professor de educação física, Jander Sá.

“Os participantes ficam na quadra e têm quatro bolas para o jogo, o objetivo é correr atrás de um participante e queimá-lo para eliminar o adversário. Quem fica por último ganha. É uma dinâmica e precisa ficar esperto para não ser queimado”, explica o professor. O quarto e quinto ano disputam ainda corridas de revezamento e voltas na quadra, trave de equilíbrio, sequência de ginástica, cabo de guerra, arranca rabo e natação no skate.

Colaboração

Segundo o professor, os jogos acontecem com a colaboração de todos, e o retorno é muito positivo. O pódio e os materiais da competição adaptados são construídos na própria escola, utilizando em sua maioria material reciclado e reaproveitado. As medalhas são produzidas artesanalmente, com papéis e fitas, com a ajuda de professores. “Os alunos valorizam muito as medalhas, guardam e criam história e o que elas representam para eles é o símbolo da conquista, independente do prêmio ser construído ou comprado. Representa que ele é campeão, e para uma criança aquela competição é o auge da vida dela, a maior que já participou”, conta.

Como educador, Jander ressalta a importância do desenvolvimento dos jogos para seus alunos. “Vários valores são desenvolvidos, primeiro é ele acreditar que pode, se envolver, aprender a participar e desenvolve a auto-superarão: tenho que ir lá e fazer o melhor que eu posso, independente do resultado do colega. Eles aprendem a respeitar o outro e a regra, desenvolvem o gosto pela atividade física, o prazer de competir de maneira saudável e participar. Eles também torcem para o companheiro de sala, formam uma equipe e se identificam com a vitória do colega, criando empatia”, comenta.

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