Entre Idas e Vindas


Em cartaz nos cinemas:

  • UCI 1: 15h35 e 21h50.
  • Jardim Norte 1: 15h, 17h, 19h20 e 21h40.

Sinopse:

Afonso (Fábio Assunção) é um professor universitário separado, que vive com o filho Benedito (João Assunção). Um dia, eles resolvem fazer uma viagem juntos, mas enfrentam problemas quando o carro deles quebra. Eles são ajudados por quatro operadoras de telemarketing muito bonitas, que os levam de volta a São Paulo. Só que Afonso acaba se apaixonando pela líder delas, Amanda (Ingrid Guimarães).

Trailer:


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Fonte: Entretenimento

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Dois Caras Legais


Em cartaz nos cinemas:

  • UCI 4: 21h20 (todos os dias) e 23h50 (apenas sexta e sábado).
  • UCI 5: 13h50.
  • Jardim Norte 5: 15h30, 19h40 e 22h.

Sinopse:

Na Los Angeles dos anos 1970, a filha de uma funcionária do Departamento de Justiça dos Estados Unidos é sequestrada e ela decide contratar Jackson Healy (Russell Crowe), brutamontes violento e ex-alcoólatra, para investigar o caso. O trabalho revela-se mais complicado do que o esperado e ele decide contar com a ajuda a um medroso e atrapalhado detetive particular (Ryan Gosling).

Trailer:


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Fonte: Entretenimento

A Lenda de Tarzan


Em cartaz nos cinemas:

  • UCI 3 (3D): 20h40 (todos os dias) e 23h (apenas sexta e sábado).
  • UCI 3 (3D/dub): 13h40, 16h e 18h20.
  • Jardim Norte 4 (3D): 21h50.
  • Jardim Norte (3D/dub): 14h40, 17h10 e 19h30.
  • Alameda 5 (3D): 21h40.
  • Alameda 5 (3D/dub): 14h30, 16h50 e 19h20.
  • Santa Cruz 1 (dub): 19h e 21h20.

Sinopse:

Releitura da clássica lenda de Tarzan, na qual um pequeno garoto órfão é criado na selva, e mais tarde tenta se adaptar à vida entre os humanos. Na década de 30, Tarzan, aclimatado à vida em Londres em conjunto com sua esposa Jane, é chamado para retornar à selva onde passou a maior parte da sua vida onde servirá como um emissário do Parlamento Britânico.

Trailer:


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Fonte: Entretenimento

Leda Nagle comemora 40 anos na televisão: ‘Não vi o tempo passar’


Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)Leda Nagle abre as portas de seu apartamento em São Conrado, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)

O ano era 1976, quando Leda Nagle pisava pela primeira vez nos bastidores da Globo para começar sua trajetória na televisão. Hoje, comemorando 40 anos de carreira, a jornalista de 66 anos – que é formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e passou pelas redações dos jornais O Estado de Minas, Jornal do Brasil e O Globo -, garante que não viu os anos passarem.

. Leia também: Leda Nagle se derrete pela nora, Sabrina Sato: ‘Pessoa incrível’.

Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)Aos 66 anos Leda Nagle completa 44 anos de carreira
na televisão (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)

“A coisa mais interessante de envelhecer é exatamente essa: você não percebe o tempo passar. Quando você vê, aquele trabalho tal já completou 20 anos, um outro 30 anos… E eu não vi o tempo passar“, conta Leda, que recebeu o EGO em seu apartamento em São Conrado, na Zona Sul do Rio, onde mora há 33 anos.

Morar em São Conrado, bairro de vizinhança tranquila, é uma forma de Leda carrega consigo lembranças de sua cidade natal, Juiz de Fora. “O Poeta (Carlos Drummond de Andrade) já falava isso: você sai de Minas, mas Minas não sai de você. É uma característica que fica. Moro aqui há 33 anos e, de certa forma, foi a minha Minas que encontrei no Rio, lugar que sempre quis morar.”

Da mineira que chegou ao Rio para ser jornalista e acabou fazendo da cidade o seu lugar, muita coisa mudou. “Eu era toda hippie, com o cabelo desgrenhado, a calça toda rasgada e um brinco de pena numa orelha só. Não era muito o padrão para aparecer na televisão e, aos poucos, fui me moldando. Fui penteando o cabelo, abandonando os vestidões, os óculos e aparecendo um pouco mais”, relembra Leda, que passou pelos telejornais Bom Dia Brasil, Jornal do Amanhã, RJTV e Jornal Hoje.

Leda Nagle e Luisa Lara Resende (Foto: Nelson Di Rago/Globo)Leda Nagle e Luiz Lara Resende na bancada do
Jornal Hoje(Foto: Nelson Di Rago/Globo)

Trajetória na TV
Foi, inclusive, no JH que Leda Nagle ficou por 13 anos, apresentando e recebendo entrevistados todos os sábados. Nomes como Chico Buarque, Maria Bethânia, Dorival Caymmi e Carlos Drummond de Andrade passaram por lá. E sua participação virou um sucesso.

“Comecei na TV Globo em setembro de 1976 e não pensava em aparecer na televisão. Começou muito por acaso.  Ninguém teve uma aula, um padrão a se seguir para fazer televisão. Cada um fazia o seu. E todo mundo naquela época foi aprendendo assim”, conta ela, que identifica o seu gosto de entrevistar a curiosidade tipicamente atribuída aos mineiros. “Mineiro adora contar e ouvir um ‘causo’. Sempre gostei de ouvir história e fiz disso a minha profissão.”

Desde então, Leda virou referência sobre o assunto. “Não posso negar, apesar de ficar envergonhada e não querer parecer pretenciosa, que fui referência para as entrevistas na televisão, como aconteciam no Jornal Hoje de sábado. Consegui levar uma galera para o estúdio da Globo para falar dos mais diversos assuntos, das suas carreiras. Fiz uma coisa diferente naquele momento e isso serviu como inspiração para que a televisão avançasse. Para mim foi muito legal participar dessa fase, colocar meu nome lá.”

Cada convidado tem uma peculiaridade mas, para Leda, uns deixam lembranças especiais. “Quando é que você imagina que vai ligar para a casa do Drummond e ele vai atender? E ele não só atendeu como aceitou me dar entrevista. Aconteceu o mesmo com o Caymmi, que me atendeu, cantou a música de abertura do Jornal Hoje e veio até o estúdio conversar comigo”.

Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)A miniatura de Leda apresentando o programa Sem
Censura na TV Brasil (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)

Duas décadas de programa ao vivo
Há 22 anos comandando o “Sem Censura”, na TV Brasil, Leda Nagle mantém a chama acesa a chama de apresentadora e entrevistadora. “Gosto dessa adrenalina do ao vivo, da rapidez e do imediatismo da televisão. Foi isso que me seduziu quando comecei a fazer TV. Me apaixonei e faço isso até hoje. Mas é muito louco essa coisa de estar há mais de 20 anos no programa. Hoje em dia, para qualquer produto estar no ar na televisão, precisa de uma estrutura grande, com uma equipe também grande. E no ‘Sem Censura’ não é assim, porque a gente luta contra a precariedade do equipamento, que é antigo, e também do número de pessoas, que é reduzido. Mas, em compensação, é uma junção de pessoas que têm muita força de vontade de colocar um programa no ar e isso acontece. A gente sofre, mas a gente gosta”, diverte-se.

ego nas redes sociais

E foi justamente com as dificuldade que Leda garante ter aprendido a fazer o seu trabalho da melhor forma possível. “Durante a Ditadura Militar, apesar de complicado, dava para fazer jornalismo. E era divertido, porque você produzia o conteúdo e não sabia se aquilo ia sair. Ficava uma tensão. Teve uma vez que fui até Olinda para entrevistar Dom Hélder Câmara. E ele falou para mim: ‘Minha filha, se essa entrevista não for ao ar, não quero que você fique chateada’. Fiquei me perguntando: ‘como assim, saí do Rio só para essa entrevista e ela não vai ao ar?’. No ar, não tinha nem metade de tudo que tínhamos produzido. Mas tinha ido ao ar, mesmo capenga. E isso acontecia com vários outros personagens que a gente tinha que ter jogo de cintura para fazer, adaptar e, algumas vezes, ninguém nem ver o que tinha acontecido com a matéria. Mas a gente levava bem, mesmo com o pouco que conseguia mostrar.”

Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)

Sonho de menina e lembranças de uma jornalista
Desde cedo Leda foi enfática com as escolhas para seu futuro e não deu outra alternativa: queria ser jornalista. E foi no primo (que ela considera um irmão) Fernando Gabeira que surgiu a inspiração. “Sempre quis ser jornalista, sempre foi um sonho. O Gabeira era o único jornalista de que eu tinha ouvido falar até então, quando menina, e ficou isso na minha lembrança. No vestibular, tinha que optar por dois cursos. Coloquei Jornalismo como primeira opção e Direito como segunda, porque não tinha a menor condição de ser aprovada (risos).

Anos depois, Leda admite que a menina sonhadora e decidida ainda toma decisões por ela: “Hoje, com 66 anos e 40 anos de carreira, vejo um pouco da Leda que saiu de Juiz de Fora. Ficou em mim a curiosidade, a disposição e a alegria daquela menina que se inspirou no Jornalismo para seguir sua carreira. Ainda hoje, todo dia aprendo uma coisa nova. E isso renova a minha necessidade e capacidade de escutar sempre novas histórias. A Leda de ontem e a Leda de hoje adoram um papo.”

Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)Os prêmios e menções que Leda Nagle recebeu ao longo da carreira (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)Um clique nostálgico no mural de  fotos de Leda Nagle com o filho, o ator Duda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)Leda Nagle em seu apartamento em São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)O xodó da mãmãe Leda Nagle está em (quase) todos os porta-retratos da casa (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)Sempre tem um porta-retrato novo para uma foto do filho, Duda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
Leda Nagle (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)A jornalista e apresentadora Leda Nagle está há 22 anos no comando do programa Sem Censura, da TV Brasil (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)

Fonte: Entretenimento